Vila
de
Soajo


One of Portugal's most scenic villages
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News articles about Soajo or other cities and villages in the Soajo region.

Poste de baixa tensão da EDP no chão desde Agosto 2007

29 Jan 2008

Pastores do Soajo agora ameaçados por seca prolongada - November 22, 2007

Revitalização do Mundo Rural - November 17, 2007

Apanhadas armas e munições ilegais - August 24, 2007

Autarca critica falta de ajuda aos pastores afectados pelos fogos - January 10, 2007

Várzea: um lugar esquecido (Noticias dos Arcos)

Catástrofe no Gerês: O pior incêndio de sempre - Correio de Manha - September 9, 2006

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Poste de baixa tensão da EDP no chão desde Agosto 2007

29 Jan 2008

Na freguesia de Soajo está caído um poste de electricidade desde um temporal que aconteceu em Agosto.

Marta Caldeira

Um poste de electricidade da EDP está caído num terreno privado desde o passado mês de Agosto no Lugar da Costa Velha, na freguesia de Soajo. A EDP de Viana do Castelo, já se comprometeu a resolver a situação dentro dos próximos dias.

Manuel Rodas é o proprietário do terreno, que está imigrado em França, mas que vem a Portugal frequentemente, pelo menos três vezes por ano.

Logo que se deu conta da situação, procedeu ao envio de um ofício à EDP de Viana do Castelo, solicitando ajuda para a resolução do problema. É que além de o poste ter caído para cima da sua propriedade, ainda ficou a impedir a passagem de um caminho.

O presidente da Junta de Freguesia de Soajo, Manuel Barreira da Costa, confirmou ao jornal ‘Correio do Minho’ a situação, afirmando mesmo que na freguesia “temos muitas queixas da morosidade da EDP em vir resolver os problemas como uma simples substituição de uma lâmpada, demorando vários meses”, criticou.

Um outro problema antigo na localidade, cuja solução já foi há muito tempo pedida à EDP, é a alteração do poste situado no Lugar de Adrão, junto à capela de N.ª Srª da Conceição, por se encontrar no meio do largo.

 www.correiodominho.com

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Pastores do Soajo agora ameaçados por seca prolongada
Source: Falcao do Minho

Arcos de Valdevez, Quinta, 22 de Novembro de 2007 Os pastores do Soajo, em Arcos de Valdevez, ainda a recuperar dos prejuízos dos incêndios de 2006, voltam a viver “dias muito difíceis” por causa da seca prolongada que deixa os montes sem alimento para os animais.

“Se não vierem muito rapidamente umas boas semaninhas de chuva, vai ser um caso muito sério”, augura Venâncio Domingues, pastor há 16 anos e dono de 320 cabras.

“A cabra é um animal que não gosta muito de feno, que precisa de erva para encher a barriga como deve ser para enfrentar o Inverno. Nos 16 anos que já levo disto, não me lembro de ver um Outono assim”, acrescenta.

No Verão de 2006, os incêndios consumiram cerca de 3000 hectares de monte no Soajo, para desespero dos criadores de gado daquela aldeia serrana, que viram as chamas dizimar os pastos dos seus animais.

Muitos tiveram de ir comprar feno a Espanha para dar de comer aos seus animais, mas, entretanto, graças a condições atmosféricas que se foram mostrando favoráveis, os pastos “voltaram a rebentar com alguma facilidade”.

“Podemos dizer que o Verão até acabou por ser muito bom, porque caiu alguma chuva e ajudou os pastos a rebentar. Mas o problema é agora. Não chove e a erva não nasce. E, se continuarmos assim por mais algum tempo, vai ser um bico-de-obra”, afirma Venâncio Domingues.

Também preocupado com a falta de chuva está o presidente da Junta do Soajo, Manuel Barreira Costa, que adivinha “tempos mesmo muito complicados” para os pastores da freguesia.

“Com a chegada do Inverno, os animais começam a ficar mais perto das aldeias, por causa do frio. O problema é que nem sequer nas zonas agrícolas há alimento. Depois da recolha do milho, semeia-se a erva, mas este ano pouca ou nenhuma nasceu, por falta de água”, explica o autarca.

O ataque dos lobos, que volta e meia provocam baixas nos rebanhos da aldeia, é outro dos problemas que perseguem os pastores do Soajo durante todo o ano, quer chova ou faça sol.

“Os lobos atacam cada vez mais perto das casas e ai de nós se lhes fazemos alguma coisa. São espécies protegidas e, como tal, temos de os deixar comer os nossos animais à vontade. A nós é que ninguém nos protege”, queixa-se Venâncio Domingues.

Afirma que o pagamento das indemnizações pelos prejuízos provocados pelo lobo “chega tarde e mal”, referindo que, neste momento, tem a haver perto de 2000 euros pelos animais que perdeu desde Abril do ano passado.

“Só de uma vez mataram-me seis éguas. Sempre que vejo um animal morto pelo lobo, sinto desgosto, revolta e desânimo. É uma tristeza muito grande. A gente ganha afecto aos animais, pois é com eles que eu passo todos os dias do ano. Quando se perde algum, ficamos com o coração mais negro do que os montes queimados pelos fogos”, confessa.

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“Revitalização do Mundo Rural”
de JornalRegional.com November 17, 2007

(note: for best viewing use Internet Explorer)

No passado dia 17 de Novembro, teve lugar na Estalagem de Castro Laboreiro um Seminário subordinado ao tema “ Revitalização do Mundo Rural”, o primeiro deste âmbito, que pretendeu sensibilizar, os Órgãos Gestores dos Baldios e toda a população quer a de Castro Laboreiro, quer a do Concelho de Melgaço e ainda as centenas de interessados que aqui se deslocaram, para ouvir e debater sobre a importância do aproveitamento sustentado dos recursos dos Baldios e da Floresta, bem como das medidas financeiras de apoio aos mesmos. Este Seminário foi da responsabilidade da ACEB (Associação para a Cooperação entre Baldios), com a colaboração dos quatro Conselhos Directivos de Castro Laboreiro (S. Bento; Adrofeire/ Queimadelo/Outeiro/Falagueir as/Coriscadas; Rodeiro/Antões e Camarros).

O Seminário contou com a participação de um grande número de participantes, cerca de 280 pessoas enchendo a sala maior da Estalagem, cedida pela Associação dos Bombeiros Voluntários Amarelinhos de Santo Tirso. Nesta participação destaca-se a presença dos autarcas de Lamas de Mouro, Rouças, Soajo, Gavieira, Entre-os- -Rios, bem como de Comissões de Baldios vindos de todo o País, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Vieira do Minho, Aveiro, Coimbra, Guarda e de Trás-os-Montes, que tornaram este evento num evento de grande exigência em termos de mobilização, e que para o efeito obrigou a organização a requisitar quatro Autocarros.
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Apanhadas armas e munições ilegais
24 Agosto 2007

A GNR apreendeu 83 armas de fogo – caçadeiras, pistolas e revólveres – e 400 munições, numa operação realizada em várias localidades do Minho, mas centrada na aldeia do Soajo, Arcos de Valdevez. Entre os 50 suspeitos, 29 estão sujeitos a penas de dois a oito anos de prisão e os restantes 21 arguidos a penas até três.

Ao todo, foram recuperadas 45 espingardas caçadeiras ilegais, 21 pistolas e 17 revólveres igualmente em situação irregular, que levaram a 29 detenções, estando prevista a apresentação dos suspeitos, hoje de manhã, no Tribunal Judicial de Arcos de Valdevez.

No decorrer de 57 buscas, a GNR confiscou ainda uma besta, 20 facas e 25 velas de gelamonite, explosivo que é utilizado em pedreiras, mas que já serviu, por exemplo, para atentados como o de 11 de Março, em Madrid. Ao longo das buscas, a GNR apanhou ainda 28 detonadores e material de fogo-de-artifício.

A ‘operação Face 452.2’, que foi acompanhada a par e passo pelo CM no Alto Minho, insere-se no plano de combate ao armamento e explosivos ilegais, seguindo-se duas outras no mesmo concelho: Rouças e Gavieira.

Entre os suspeitos contam-se o tesoureiro de uma junta de freguesia, um empresário da construção civil, donos de restaurantes e cafés do Soajo e vários emigrantes.

A operação decorreu mais nesta aldeia do Alto Minho, estendendo-se a Ponte de Lima, Monção, Melgaço, Paredes de Coura e Fafe, tendo sido na última cidade onde mais armas a GNR apreendeu, 16 e numa só casa.

“As armas circulam com grande facilidade na zona, onde há tradições de caça, mas a maioria é ilegal”, revelou o tenente Cortinhas. Para o comandante da operação, “não são pessoas perigosas, mas estão na posse de armas, munições e explosivos em situação ilegal, o que, segundo a legislação, constitui crime”.

momentos de grande tensão

A operação decorreu sem haver ferimentos de parte a parte, mas teve momentos complicados, como foi a recusa em abrir uma porta, levando a GNR a rebentá-la à marretada, só que um dos locatários apontou uma caçadeira aos militares. Valeu então o sangue-frio dos elementos da GNR para que não houvesse sangue e em pouco tempo o suspeito foi detido na posse dessa arma e de uma carabina.

As buscas começaram pelas 07h00, surpreendendo os habitantes do Soajo, onde decorreu a principal fase da operação. Um dos detidos tinha seis armas escondidas na casa de banho. Outro disse que a pistola era da mãe, decorrendo um processo judicial para as partilhas. A maior parte dos detidos, gente muito simples, alegava que as armas eram para defesa pessoal e, sendo pessoas sem antecedentes criminais, disseram que precisavam das armas por viverem numa zona muito isolada.

NOS BASTIDORES DA 'OPERAÇÃO FACE 452.2'

REVOLTADA

Rosa Carvalho, tia de um dos detidos, foi a imagem da revolta. E afirmou que “é pena vocês só prenderem os pobres”. Disse à GNR estar “bastante revoltada com isto”.

ALTO DO SOAJO

O Alto do Soajo foi o palco da maioria das buscas da GNR. Uma aldeia histórica, que é afamada pelo pão, emigrando padeiros para França, Suíça e até Estados Unidos.

O COMANDANTE

A operação da GNR foi comandada pelo tenente Cortinhas, que é responsável pelo Destacamento Territorial de Arcos de Valdevez. A rusga incluiu 210 militares.

Joaquim Gomes

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Autarca critica falta de ajuda aos pastores afectados pelos fogos

January 10, 2007

O presidente da Junta do Soajo, Arcos de Valdevez, acusou o Governo de "faltar à palavra" por ter recusado atribuir ajudas aos pastores do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) prejudicados pelos incêndios do último Verão.

"As populações estão revoltadas com esta situação, embora não seja nada de que já não estivéssemos à espera, pois, connosco, é sempre assim: prometem, mas não cumprem", criticou Manuel Barreira da Costa, autarca do Soajo, eleito pelo PSD. Num ofício a que a Lusa teve hoje acesso, o Ministério da Agricultura dá conta de que um auxílio estatal "não se afigura compatível" com a situação dos pastores do PNPG, por não ser possível encontrar "enquadramento" nos apoios actualmente existentes para o sector. O Ministério argumenta que "no caso em apreço, os danos foram verificados sobretudo ao nível das pastagens naturais" e estas, "pelas suas característic as, possuem uma capacidade de regeneração após fogo que lhes permite, caso as condições climatéricas sejam adequadas, um restabelecimento do curto/médio prazo".

A 23 de Agosto de 2006, o governador civil de Viana do Castelo garantiu que iria "sensibilizar" o Ministério da Agricultura para a necessidade de atrib uir ajudas financeiras aos pastores do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) pr ejudicados pelos incêndios.

"Há programas e linhas de financiamento do próprio Ministério da Agricultura que podem ser utilizadas para ajudar os pastores que ficaram sem alimento para os animais e é essa possibilidade que vamos explorar", garantiu, então, o governador civil, Pita Guerreiro, no final de uma reunião com o director do PNPG.

Na altura, Pita Guerreiro deu a conhecer ainda que os pastores preferiam uma ajuda em géneros, nomeadamente em feno, mas, como esse "seria um processo logístico difícil de implementar no terreno", o apoio deveria ser "em dinheiro".

O governador adiantou que iria ser efectuada uma "avaliação exaustiva" do número de pastores afectados, que viria a atingir os 300, e do número de cabeças de gado para se apurar a quantidade de feno que seria necessário disponibilizar.

No referido ofício, o Ministério da Agricultura refere que os apoios es tão vocacionados para o restabelecimento das situações em que a capacidade produ tiva das explorações agro-florestais "é fortemente afectada".

O gabinete do ministro Jaime Silva ressalva a possibilidade de enquadra mento, no âmbito do Apoio Social, de casos específicos em que a economia do agre gado familiar seja "particularmente afectada", face a uma "elevada dependência" da actividade de pastoreio ou de utilização de forragens nas zonas atingidas.

Segundo o autarca de Soajo, muitos pastores começam já a importar feno da Galiza, para dar de comer aos animais, gastando com isso "uma boa parte das suas reformas".

Acrescentou que a falta de pasto nos montes obriga os lobos a aproximar -se "perigosamente" das habitações à procura de alimento, acabando por dizimar os animais domésticos.

Manuel Costa recordou, a propósito, que "os pastores estão à espera há mais de um ano que lhes sejam pagos os prejuízos causados pelos lobos".

Os incêndios de Agosto consumiram cerca de 3.600 hectares do PNPG, send o a freguesia do Soajo uma das mais afectadas.

Agência LUSA
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ARCOS PROFUNDO - Noticias dos Arcos

Várzea: um lugar esquecido

Várzea é um lugar pitoresco da freguesia de Soajo que assenta lá no fundo, nas margens do rio Laboreiro, depois deste ter recebido as águas do rio Peneda, e que todos os dias dá os bons dias à vizinha Galiza, com a povoação de Olelas, bem lá no alto da encosta, a corresponder cordialmente. Mas esta aldeia, que se revia nos seus campos de milho e nos seus poulos de feno, sofreu dois rudes golpes. O primeiro, na década de 60, com o surto de emigração que levou os seus homens a emigrarem para França (antes era para os USA), e depois a construção da barragem do Alto Lindoso que submergiu nas suas águas, roubadas ao povo, os seus belos milheirais e extensões de feno ondulante. Ainda por cima com a vergonha das minguadas indemnizações recebidas serem inferiores às dos seus vizinhos galegos.

Hoje, à semelhança do que acontece com as aldeias à volta, a Várzea é uma povoação que vai definhando aos poucos. Basta dizer que do reduzido número de habitantes que resta (cerca de quarenta), e mais mulheres do que homens), todos eles são para cima de cinquenta anos. Nem jovens, nem crianças. No entanto, já chegou a contar aí uns 200 vizinhos e muitas crianças. Resta uma agricultura de subsistência (batata, legumes e milho), e o gado bovino, que vagueia à solta pela encosta abrupta, sendo certo que cabras e ovelhas já poucas existem.

Curioso como os animais reconhecem o dono em plena serra: “Basta ouvir a minha voz, mesmo que seja a alguma distância, e logo levantam a cabeça na minha direcção”, diz-nos António de Sousa Rodas, mais conhecido por António da Luísa, hoje com 67 anos, e que nos tem acompanhado neste percurso à Várzea. “Mas, com esta seca fora do tempo, eles também estão a passar sede nos montes.”

“Aqui nasci e aqui quero morrer”, acrescenta: “Aos 14 anos fui para Lisboa, como aprendiz de padeiro. Chamado à tropa fui mandado para Moçambique. Quando aqui cheguei, logo emigrei para França, onde me mantive 20 anos. Agora fico por aqui”.

Na Várzea não há um único estabelecimento. Não é rentável, dizem. Ainda houve uma senhora que vendia umas bolachas, uns sumos, mas uma vizinha fez queixa dela e fecharam-lhe a lojinha.

O que lhes vale são as carrinhas que aqui vêm trazer o pão e a mercearia e, ainda, duas vezes por semana, peixe de várias espécies. Também na Várzea se usa fazer a “bôla” de pedra para comer com sardinhas, isto mais no inverno. Antigamente, iam a Olelas (Espanha), pelo antigo caminho a pé, fazer compras. A capela do lugar é dedicada a S. Miguel, celebrando-se a sua festa todos os anos a 29 de Setembro (festa das colheitas). A 3 de Dezembro comemora-se o dia de S. Luzia, que conta só com cerimónias religiosas. Chegamos quase ao fim do dia. Alguns habitantes regressam da serra onde tinham ido à lenha, que o frio aperta. Queríamos fazer o percurso até às Ínsuas, mas já não havia tempo. Prometemos voltar no sábado seguinte. E regressamos com o sol a iluminar os cumes dos montes do lado de Espanha, uma luz suave com reflexos dourados, enquanto do lado de cá a sombra ia tomando conta da paisagem, como se uma mão invisível estendesse um manto sobre o verde da encosta que ia morrer nas águas quase paradas do Laboreiro.

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Catástrofe no Gerês - O pior incêndio de sempre

Correio de Manha - September 9, 2006

Os responsáveis governamentais apressaram-se a dizer que, afinal, não havia razão para alarmes. Mas quem lá vive, quem realmente conhece o terreno diz, sem rodeios, que estamos perante a maior tragédia de sempre no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A Mata do Ramiscal, uma das três áreas de reserva integral, ardeu.

À média de três quilómetros por dia, entre 5 e 15 de Agosto, o fogo percorreu e consumiu uma distância de 30 quilómetros de matas e florestas de cinco freguesias do concelho dos Arcos de Valdevez: Carral Cova, Grade, Cabana Maior, Soajo e Gavieira. Mas o pior é que 4500 dos mais de 6500 hectares ardidos situam-se em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) e, mais grave ainda, o fogo atingiu de forma muito violenta, para muitos especialistas mortal, a Mata do Ramiscal, uma das três áreas de reserva integral (regime de protecção máximo) do único Parque Nacional do País.
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